11 de dezembro de 2014

O natal é a principal tradição do sistema corrupto, denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia. Seu início e origem surgiu na antiga babilônia de Ninrode. Na verdade suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio.

Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo. Ninrode construiu a torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode, em hebraico, deriva de “Marad” que significa “Ele se rebelou, rebelde”. Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falavam deste indivíduo que se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje.

Ninrode era tão perverso que se diz que se casou com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.

Todo ano no dia de aniversário de seu nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro e esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal”.

Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na “Rainha do Céu” dos babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no “Divino Filho do Céu” por gerações neste culto idólatra. Ninrode passou a ser o falso messias, filho de Baal: o deus sol. Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “virgem e o menino” [isto é Semíramis e Ninrode redivivo] transformaram-se em objetos disfarçados em Maria e o Menino Jesus, principais de adoração católica.

A veneração da “virgem e o menino” espalhou-se pelo mundo afora. O presépio é uma continuação do mesmo em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osíris, na Ásia, Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete, encontrava-se o equivalente de Madona [minha senhora] muito antes do nascimento de Jesus Cristo.

A Igreja Católica absorveu toda essa história e a tem promovido em todo o mundo em nome da verdadeira fé cristã.

Os costumes religiosos das nações são inúteis: corta-se uma árvore da floresta, um artesão a modela com seu formão;
enfeitam-na com prata e ouro, prendendo tudo com martelo e pregos para que não balance.
Como um espantalho numa plantação de pepinos, os ídolos são incapazes de falar, e têm que ser transportados porque não conseguem andar. Não tenham medo deles, pois não podem fazer nem mal nem bem".
Não há absolutamente ninguém comparável a ti, ó Senhor; tu és grande, e grande é o poder do teu nome.
Quem não te temerá, ó rei das nações? Esse temor te é devido. Entre todos os sábios das nações e entre todos os seus reinos não há absolutamente ninguém comparável a ti.
São todos insensatos e tolos; querem ser ensinados por ídolos inúteis. Os deuses deles não passam de madeira.

Jeremias 10.3-8

Na fé. Sempre!
Pastor Régis Castro
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