19 de agosto de 2014


O CÁLICE


Se o pai da moça concordasse com o preço da noiva, o rapaz enchia um cálice com vinho e dava à moça. Se ela bebesse o vinho, era um sinal de que havia aceitado a proposta. A partir de então, o rapaz e a moça estariam noivos. O noivado era um compromisso de cunho legal, como um casamento. A única diferença era que o casamento ainda não havia sido consumado. 

Um noivado durava cerca de 1 a 2 anos. Durante esse tempo, a noiva e o noivo ficavam se preparando para o casamento e não se viam. A exemplo disso, temos o clássico noivado de Maria e José. Quando soube da gravidez de Maria, José ficou assustado e queria deixá-la secretamente, tendo em vista que não a havia tocado.

JESUS E O CÁLICE


Assim como o noivo dava um cálice de vinho à noiva para que ela bebesse, e assim selasse o contrato de casamento, Jesus também serviu vinho aos Seus discípulos. Suas palavras descreveram a importância do cálice na representação do preço da noiva no contrato de casamento:

E, tomando o cálice e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos. Porque isto é o Meu sangue, o sangue do Novo Testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados. E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide até àquele Dia em que o beba de novo convosco no Reino de Meu Pai. Mateus 26.27-29.

Os discípulos beberam do cálice, aceitando, assim, o contrato.

Ainda não leu a 1ª parte desta série de estudos? Leia aqui:


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