19 de junho de 2014


Para que façamos a obra de Deus e para que esta seja feita em nossa vida, temos que ter em nós a mesma atitude que teve o Senhor Jesus, pois subsistindo em forma de Deus não julgou com usurpação o ser igual a Deus, antes, a si mesmo se esvaziou e tornou-se como servo em tudo obediente até a morte, e morte de cruz - Filipenses 2.5-8.

É muito importante frisar que mesmo o Senhor Jesus Cristo sendo Deus, viveu em um corpo de carne tal qual o nosso, estava sujeito aos mesmos sentimentos que nós, teve fome, sede, sentiu dores, chorou, teve raiva, em tudo foi tentado como nós somos, enfim, Jesus foi tão humano como somos nós, por isso lhe foi necessário esvaziar-se de si mesmo.

Ora, se ao filho de Deus foi necessário esvaziar-se de si mesmo, quanto mais a nós, tão falhos e pecadores, quando nos esvaziamos de nós mesmos, isto é, da nossa natureza humana e carnal, dos nossos sentimentos, desejos e vontades, ficamos vazios e a partir daí devemos buscar preencher o nosso ser inteiramente das coisas de Deus.

Quando agimos dessa forma estamos investindo em nossa vida espiritual através da comunhão com Deus, pois, preenchido das coisas de Deus, jamais iremos fazer o que lhe desagrada e assim entristecer ao Espírito Santo, porém quando não estamos vazios das nossas próprias vontades, certamente a queda espiritual será inevitável.

A exemplo disso temos o rei Davi, que embora fosse o homem segundo o coração de Deus não resistiu aos encantos de Bate-Seba, o próximo passo foi o seu pecado e queda espiritual, o que trouxe terríveis consequências, a si, a seu reino e à sua família. Isso por que, naquele momento Ele estava cheio da sua própria cobiça e vazio das coisas de Deus.

Em contraste a isso, temos Abraão, que durante 3 dias a caminho de Moriá, levava o próprio filho para ser sacrificado a Deus, durante estes 3 dias, pensamentos, tentações, tristezas e conflitos devem ter invadido a mente de Abraão, contudo o patriarca estava vazio de si mesmo e totalmente imbuído da vontade divina.

Devemos ter em nós essa mesma atitude de fé sobrenatural e exemplo máximo de humildade.

Na fé, Sempre!
Pastor Régis Castro
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